Zarpando em seus sonhos-caravelas...
Organiza seus pensamentos como que querendo congelar um momento,
-uma imagem, um conceito, um afeto...Para torná-los eternos.
Recorda momentos de tristeza e felicidade (como se não soubesse, mas sente)
- sobre seu poder de re-evolucionar a própria vida!
Atenta aos mínimos detalhes, levanta um turbilhão de pensamentos,
-como fogos de artifício que viram emoções, que sobem e descem explodindo
-brilho e magia para todos os lados.
Inquieta, irreverente, instiga o saber na raiz.
Dedicada mãe-professora e professora-mãe que acalenta,
- abraça, aperta no peito aquecido...às vezes por lágrimas...
-às vezes por lindas e escandalosas gargalhadas de tirar o fôlego,
- um pequeno ser crescente: sua Helena.
Yin & Yang (forças opostas que se completam) um conceito que nos faz entender
- essa doce mulher ser capaz de combinar com naturalidade poder e brandura.
- Estar no centro e na periferia. Guerreando se preciso for
- para manter paz e alegria!
Rio de Janeiro, 05/12/2007
Wellington França
Depoimentos, contos e poemas engajados em causas sociais que navegam nas superfícies da mente humana propondo re-evoluções nos mundos. Wellington França
domingo, 16 de dezembro de 2007
ZORAIDY
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
FOTOS DE ALEGRIA
LADI & HELENA.
SÃO DUAS LINDAS MENINAS NUMA MESMA FOTO.
QUE SEGURAM, AMBAS COM A MÃO DIREITA, UMA CHICARA.
AS DUAS, MÃE E FILHA DEMONSTRAM...
UMA SUTIL HABILIDADE DE ENCONTRAR
SEMPRE UM JEITO DE COMBINAR
AINDA QUE AS CHICARAS SEJAM DE BRINQUEDO...
A ALEGRIA DE SEGURÁ-LAS SERÁ SEMPRE VERDADEIRA!
E O BOM DAS CHICÁRAS DE BRINQUEDO
É QUE DIFICILMENTE QUEBRAM
MAS MESMO BEM PEQUENINHAS E DIZEREM SEMPRE
QUE O QUE CONTÊM É DE MENTIRINHA...
SÃO CAPAZES DE TRANSPORTAR MUITAS E VERDADEIRAS ALEGRIAS, FANTASIAS E SONHOS PARA TODA A VIDA!
CHICARAS DE ALEGRIA!
Rio de Janeiro, madrugada de 19 de novembro de 2007.
Wellington de Moraes França
QUE SEGURAM, AMBAS COM A MÃO DIREITA, UMA CHICARA.
AS DUAS, MÃE E FILHA DEMONSTRAM...
UMA SUTIL HABILIDADE DE ENCONTRAR
SEMPRE UM JEITO DE COMBINAR
AINDA QUE AS CHICARAS SEJAM DE BRINQUEDO...
A ALEGRIA DE SEGURÁ-LAS SERÁ SEMPRE VERDADEIRA!
E O BOM DAS CHICÁRAS DE BRINQUEDO
É QUE DIFICILMENTE QUEBRAM
MAS MESMO BEM PEQUENINHAS E DIZEREM SEMPRE
QUE O QUE CONTÊM É DE MENTIRINHA...
SÃO CAPAZES DE TRANSPORTAR MUITAS E VERDADEIRAS ALEGRIAS, FANTASIAS E SONHOS PARA TODA A VIDA!
CHICARAS DE ALEGRIA!
Rio de Janeiro, madrugada de 19 de novembro de 2007.
Wellington de Moraes França
terça-feira, 20 de novembro de 2007
PALAVRAS DITAS O TEMPO LEVA
(Duas páginas de um só poema) Parte I
Não me importo de ficar sozinho
Cá no meu cantinho
Resmungando com meus botões
Mas sinto falta de outros lábios para tocar e beijar
Não me importo de fazer comida!
Mas é chato por a mesa...
Sem ter com quem compartilhar
Não me importo de me deitar
Naquela imensa cama e adormecer
(É até bom que posso me espalhar!)
Mas sinto falta ao acordar
De pequenos seios para tocar
De um corpo quente para acariciar
Não me importo de não mais ver TV...
Escuto minha filha vizinha do lado
Com meus pequenos netos ralhar
E me amo por não ter com quem brigar
Sinto falta de não ter alguém para amar.
Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.
wellington moraes frança
Não me importo de ficar sozinho
Cá no meu cantinho
Resmungando com meus botões
Mas sinto falta de outros lábios para tocar e beijar
Não me importo de fazer comida!
Mas é chato por a mesa...
Sem ter com quem compartilhar
Não me importo de me deitar
Naquela imensa cama e adormecer
(É até bom que posso me espalhar!)
Mas sinto falta ao acordar
De pequenos seios para tocar
De um corpo quente para acariciar
Não me importo de não mais ver TV...
Escuto minha filha vizinha do lado
Com meus pequenos netos ralhar
E me amo por não ter com quem brigar
Sinto falta de não ter alguém para amar.
Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.
wellington moraes frança
PALAVRA ESCRITA O TEMPO DOBRA
(Duas páginas de um só poema) Parte II
TUDO BEM!
Sigo em frente, cabeça erguida, passos firmes!
Respiro fundo. Afasto tristes e acolho alegres lembranças.
Tão longe. Tão perto.
As lágrimas chegam devagarzinho...Mas logo se vão!
Como que arrastando para fora a tristeza do que nem sei o que!
Repasso os planos dos anos que vem chegando
Enquanto não se revela o novo amor
Vou escrevendo como será:
Viajar mundo a fora todos os anos!
Reunir amigos todos os meses.
Passeio na praia de mãos dadas contemplando o mar
Jogar xadrez num bar sem pressa de perder ou ganhar
Dançar tango e bolero na Argentina e em Paris
E no Rio de Janeiro, um cadenciado sambinha
Estilo Martinho da Vila
Por que também sou Brasileiro
Trilhas, rapel, canoagem, saltos de asa delta
Galopar...Éguas baias nos pampas
(sem esquecer de com elas antes conversar) ou
Ébanos manga larga marchador em Jacarepaguá!
Mergulhar nas águas de Arraial do Cabo e Búzios!
Corridas de kart, cinema, teatro sempre que puder.
E fazer deste poema-viver quem sabe
O roteiro de um filme de cinema-verdade
Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.
wellington moraes frança
TUDO BEM!
Sigo em frente, cabeça erguida, passos firmes!
Respiro fundo. Afasto tristes e acolho alegres lembranças.
Tão longe. Tão perto.
As lágrimas chegam devagarzinho...Mas logo se vão!
Como que arrastando para fora a tristeza do que nem sei o que!
Repasso os planos dos anos que vem chegando
Enquanto não se revela o novo amor
Vou escrevendo como será:
Viajar mundo a fora todos os anos!
Reunir amigos todos os meses.
Passeio na praia de mãos dadas contemplando o mar
Jogar xadrez num bar sem pressa de perder ou ganhar
Dançar tango e bolero na Argentina e em Paris
E no Rio de Janeiro, um cadenciado sambinha
Estilo Martinho da Vila
Por que também sou Brasileiro
Trilhas, rapel, canoagem, saltos de asa delta
Galopar...Éguas baias nos pampas
(sem esquecer de com elas antes conversar) ou
Ébanos manga larga marchador em Jacarepaguá!
Mergulhar nas águas de Arraial do Cabo e Búzios!
Corridas de kart, cinema, teatro sempre que puder.
E fazer deste poema-viver quem sabe
O roteiro de um filme de cinema-verdade
Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.
wellington moraes frança
DOS VERSOS O NASCER DO NOVO AMOR
( Das duas páginas de um só poema segue o verso) Parte III
Bolo de milho com café na varanda das tardes de domingo
Vestir trocadas usadas e grandes camisetas
Num sofá ou no chão com almofadas
Bem pertinho um do outro
Olhar e escutar o crepitar do fogo da lareira,
Ora recordando brincadeiras de criança
Ora lendo em voz não muita alta
Mágicos e coloridos contos de fada
Colocar na caminha nosso pequeno tesouro adormecido
Voltar rapidinho para a lareira...
Degustar juntos, suave e doce vinho tinto
Construir um jardim bem florido!
Olhar nos olhos todos os dias e dizer de todas as formas
De um modo semelhante e emocionante
Completo, único para a única amante:
“Nossa! Caramba! Como te amo!”
Fazer cafuné até dormir...
Ajeitar o andredon sobre seus ombros todas as manhãs
Com cuidado para não despertar
Mas se despertar necessário for...
Permitirei que se toque uma linda e suave música
Baixinho.Quase sussurrando.
E ...Com muito carinho, vai espreguiçando
E me olhando perguntar por que estou chorando.
Serão lágrimas de felicidade e admiração
Pelo privilégio de ver tão de perto
As curvas simples de seu pequeno corpo semi nu!
E para repor as energias de tanto fazer amor,
Servir todas os dias, seu predileto desjejum!
Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.
wellington moraes França
Bolo de milho com café na varanda das tardes de domingo
Vestir trocadas usadas e grandes camisetas
Num sofá ou no chão com almofadas
Bem pertinho um do outro
Olhar e escutar o crepitar do fogo da lareira,
Ora recordando brincadeiras de criança
Ora lendo em voz não muita alta
Mágicos e coloridos contos de fada
Colocar na caminha nosso pequeno tesouro adormecido
Voltar rapidinho para a lareira...
Degustar juntos, suave e doce vinho tinto
Construir um jardim bem florido!
Olhar nos olhos todos os dias e dizer de todas as formas
De um modo semelhante e emocionante
Completo, único para a única amante:
“Nossa! Caramba! Como te amo!”
Fazer cafuné até dormir...
Ajeitar o andredon sobre seus ombros todas as manhãs
Com cuidado para não despertar
Mas se despertar necessário for...
Permitirei que se toque uma linda e suave música
Baixinho.Quase sussurrando.
E ...Com muito carinho, vai espreguiçando
E me olhando perguntar por que estou chorando.
Serão lágrimas de felicidade e admiração
Pelo privilégio de ver tão de perto
As curvas simples de seu pequeno corpo semi nu!
E para repor as energias de tanto fazer amor,
Servir todas os dias, seu predileto desjejum!
Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.
wellington moraes França
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
CHUVAS DE PRIMAVERA
As águas, por aqui, desabam intensamente.
Como se o céu quisesse lavar a alma da humanidade
E ao mesmo tempo, fertilizando e curando
a Terra ferida.
Um pontinho de melancolia
Surge no horizonte de meus pensamentos
E tenta mergulhar e se instalar fundo em meu peito.
Não permito.
Afinal, tenho livros para escrever.
Um pequeno planeta para cuidar.
E muita gente para amar!
wellington moraes frança
Manhã de quarta, 24 de outubro de 2007.
Como se o céu quisesse lavar a alma da humanidade
E ao mesmo tempo, fertilizando e curando
a Terra ferida.
Um pontinho de melancolia
Surge no horizonte de meus pensamentos
E tenta mergulhar e se instalar fundo em meu peito.
Não permito.
Afinal, tenho livros para escrever.
Um pequeno planeta para cuidar.
E muita gente para amar!
wellington moraes frança
Manhã de quarta, 24 de outubro de 2007.
domingo, 21 de outubro de 2007
MARIANA
Como uma poesia que vejo e leio desde pequena: Artista, arteira, guerreira,
Sai, vai e vem atropelando planetas e estrelas.
Só para ter um pouquinho de carinho...
(que o diga o Douglas – grande maridão- seu dedicado e especial amigo!)
Incrivelmente rápida como uma tempestade de raios
para ver, sentir, pensar, brincar, decidir por si e por todos.
Amorosa, rebelde, afetuosa, impetuosa...
De um jeito especial, só seu.
Ninguém nesse planeta azul será capaz de tentar copiá-la.
Amparando-se em seu próprio esforço e perseverança,
junto com suas pedras de sorte
simpatias de tartaruga
e viagens orkutianas
Vai criando seu próprio estilo de viver.
Trilhando sua própria estrada de sonhos e cometas!
Segue assim, ajudando seus pequeninos a crescer.
Sai, vai e vem atropelando planetas e estrelas.
Só para ter um pouquinho de carinho...
(que o diga o Douglas – grande maridão- seu dedicado e especial amigo!)
Incrivelmente rápida como uma tempestade de raios
para ver, sentir, pensar, brincar, decidir por si e por todos.
Amorosa, rebelde, afetuosa, impetuosa...
De um jeito especial, só seu.
Ninguém nesse planeta azul será capaz de tentar copiá-la.
Amparando-se em seu próprio esforço e perseverança,
junto com suas pedras de sorte
simpatias de tartaruga
e viagens orkutianas
Vai criando seu próprio estilo de viver.
Trilhando sua própria estrada de sonhos e cometas!
Segue assim, ajudando seus pequeninos a crescer.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
UM ACROSTICO DEDICADO À LUCIANA MENEZES
Livre para viver em grandes e pequenos Universos
Universos que se ampliam...
Consciente de sua responsabilidade em transformar...
Infinita capacidade de aprender.
Amante da alegria, da paz e da vida.
Naturalmente livre para criar.
Atenta constante à voz do mundo em busca de ser... FELIZ!
Mística fonte de inspiração, ultrapassando mares.
Elevando a mente sempre para o alto.
Nativa do coração de um continente repleto de ...mistérios
Eterniza seus sentimentos, construindo, reconstruindo, ...refazendo...
Zelando, prestigiando, contemplando: atitudes de efeito e força.
Especial por sua simplicidade.
Simplesmente requintada, feroz, capaz e sobre tudo
...uma guerreira amante da PAZ!
Universos que se ampliam...
Consciente de sua responsabilidade em transformar...
Infinita capacidade de aprender.
Amante da alegria, da paz e da vida.
Naturalmente livre para criar.
Atenta constante à voz do mundo em busca de ser... FELIZ!
Mística fonte de inspiração, ultrapassando mares.
Elevando a mente sempre para o alto.
Nativa do coração de um continente repleto de ...mistérios
Eterniza seus sentimentos, construindo, reconstruindo, ...refazendo...
Zelando, prestigiando, contemplando: atitudes de efeito e força.
Especial por sua simplicidade.
Simplesmente requintada, feroz, capaz e sobre tudo
...uma guerreira amante da PAZ!
domingo, 30 de setembro de 2007
JACQUELINE (DE NOVO!).
Menina capaz de mudar o mundo
Seu semblante por vezes compenetrado
Muitas vezes se ilumina
Com seu sorriso franco, aberto, sonoro.
Quase tão ofegante
Que precisa tomar fôlego para continuar sorrindo
E continuar contagiando de ternura
Seu espaço compartilhado
Pelo trabalho
Pela família
Pelos amigos e amigas
Pela vida!
Recortando dos outros, histórias que lhe comove.
Segue me irritando, com “seu Wellington” prá lá,
“...mas seu Wellington” prá cá!
Será que nunca aprende que não sou dono de padaria?
Mas não importa.
Vou lendo seu jeito magrelo
De se fazer presente
Um charme à parte
Por seu marcado caminhar
Tão nova já de tornozelo partido!
Mas de coração inteiro
Segue construindo o mundo
Que vai mudar!
Rio, 04/10/2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois).
Seu semblante por vezes compenetrado
Muitas vezes se ilumina
Com seu sorriso franco, aberto, sonoro.
Quase tão ofegante
Que precisa tomar fôlego para continuar sorrindo
E continuar contagiando de ternura
Seu espaço compartilhado
Pelo trabalho
Pela família
Pelos amigos e amigas
Pela vida!
Recortando dos outros, histórias que lhe comove.
Segue me irritando, com “seu Wellington” prá lá,
“...mas seu Wellington” prá cá!
Será que nunca aprende que não sou dono de padaria?
Mas não importa.
Vou lendo seu jeito magrelo
De se fazer presente
Um charme à parte
Por seu marcado caminhar
Tão nova já de tornozelo partido!
Mas de coração inteiro
Segue construindo o mundo
Que vai mudar!
Rio, 04/10/2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois).
MUDA ANDANÇAS
Outrora minhas poesias choravam.
Nos fundos de quintais de minha vida.
Contemplando o mato que crescia...
Atualmente. Sobe aos palcos globais iluminados,
entoando e ecoando canções de todas as vidas!
E o mato! Gentilmente cede lugar...
À pássaros, frutas e flores. Agora. É só alegria!
Rio de Janeiro, 02/10/2007.
Wellington França (30 anos após assinar: Wellington Guarany).
Nos fundos de quintais de minha vida.
Contemplando o mato que crescia...
Atualmente. Sobe aos palcos globais iluminados,
entoando e ecoando canções de todas as vidas!
E o mato! Gentilmente cede lugar...
À pássaros, frutas e flores. Agora. É só alegria!
Rio de Janeiro, 02/10/2007.
Wellington França (30 anos após assinar: Wellington Guarany).
RESMUNGANDO COM SEUS BOTÕES
Não planejei escrever as amarguras
de um coração solitário.
Sempre vislumbrei ressaltar...
A beleza...
A pureza da mulher
A suavidade de suas curvas e palavras
A sua não tão suave capacidade
de gerar novas vidas.
Sempre pratiquei defender a vida!
Homens e mulheres deveriam lutar por igualdade...
De direitos
De oportunidades
De respeito.
O ser individual clama por carinho, atenção, revolução.
Para começar em si mesmo, precisa de mente e corpo saudáveis.
Para começar na família, teto e comida seguros.
Para começar nas ruas, Estado justo.
Para começar no mundo...Perdão, humildade, solidariedade e paz!
Sinto falta de diálogo inteligente, descontraído, conseqüente.
SINTO FALTA DE OFERTAR CARINHO!
Sinto falta de calma...
...do respirar fundo, depois do insulto
...de diplomacia antes do ataque
...de troca, antes da subtração
...da solidariedade sem egocentrismo
SINTO FALTA DA FALTA DE VISÃO
...de perspectiva.
...de quem tenha sonhos para realizar
...de quem tenha entusiasmo para viver, para amar.
Sentimentos não têm CPF, identidade.
Sentimentos não têm NÚMERO de cartão de crédito!
Estão além da própria existência.
E assim vieram os pardais
Destruindo em bandos os ninhos rivais!
A natureza sucumbindo à sua própria existência!
E assim, a palavra PAZ
torna-se incoerência
à luz da vida!
de um coração solitário.
Sempre vislumbrei ressaltar...
A beleza...
A pureza da mulher
A suavidade de suas curvas e palavras
A sua não tão suave capacidade
de gerar novas vidas.
Sempre pratiquei defender a vida!
Homens e mulheres deveriam lutar por igualdade...
De direitos
De oportunidades
De respeito.
O ser individual clama por carinho, atenção, revolução.
Para começar em si mesmo, precisa de mente e corpo saudáveis.
Para começar na família, teto e comida seguros.
Para começar nas ruas, Estado justo.
Para começar no mundo...Perdão, humildade, solidariedade e paz!
Sinto falta de diálogo inteligente, descontraído, conseqüente.
SINTO FALTA DE OFERTAR CARINHO!
Sinto falta de calma...
...do respirar fundo, depois do insulto
...de diplomacia antes do ataque
...de troca, antes da subtração
...da solidariedade sem egocentrismo
SINTO FALTA DA FALTA DE VISÃO
...de perspectiva.
...de quem tenha sonhos para realizar
...de quem tenha entusiasmo para viver, para amar.
Sentimentos não têm CPF, identidade.
Sentimentos não têm NÚMERO de cartão de crédito!
Estão além da própria existência.
E assim vieram os pardais
Destruindo em bandos os ninhos rivais!
A natureza sucumbindo à sua própria existência!
E assim, a palavra PAZ
torna-se incoerência
à luz da vida!
PENSANDO JULIANA EM ARRAIAL DO CABO
A mergulhadora comenta seu encantamento
Com o grande Nero.
Desliza, flutua soltando borbulhas no mar.
Interagindo com algas e tartarugas.
Pequenos e brilhantes
Imensos e estranhos habitantes
Imersa na mais pura e completa paz submersa.
Num mundo complexo e completo de cores exóticas
Mar! Como admiro essa imensidão clamada por oceano
Admiro a distância por mera precaução!
Observo na linha do aparente infinito horizonte
Não vendo, mas sabendo da existência de um continente irmão.
Que vontade de estar do outro lado, abraçar, amar e viver novas culturas!
Meus olhos lacrimejam por lembrar da existência aqui como acolá
De guerras, fome e dor...
Contento-me por enquanto com a cerveja no bar da bela Prainha.
Não julgo, não nego, apenas observo...
Passos, pegadas marcadas na areia, desfeitas pelas suaves ondas.
De repente, a linda mergulhadora revela-se para o mundo.
A princesa que sempre foi
nas areias da praia dos Anjos!
Pura, simples, verdadeira guerreira!
Sobretudo, filha orgulhosa, mãe carinhosa.
Buscando simplesmente, ser feliz.
Creio que como vim para esse pequeno planeta azul:
Pacificando a vida na forma de semear...Na forma de colher!
Capaz de viver por viver e para viver!
Gritando bem alto para o mundo crer!
Expressando, as vezes em silencio, a essência do bem querer!
Trocando a fonte e o destino por mundos e mentes nunca dantes trafegados!
Mas, sobretudo, amar...
A vida
A paz
E o Ser.
Wellington França (Rio, 01/10/2007).
Com o grande Nero.
Desliza, flutua soltando borbulhas no mar.
Interagindo com algas e tartarugas.
Pequenos e brilhantes
Imensos e estranhos habitantes
Imersa na mais pura e completa paz submersa.
Num mundo complexo e completo de cores exóticas
Mar! Como admiro essa imensidão clamada por oceano
Admiro a distância por mera precaução!
Observo na linha do aparente infinito horizonte
Não vendo, mas sabendo da existência de um continente irmão.
Que vontade de estar do outro lado, abraçar, amar e viver novas culturas!
Meus olhos lacrimejam por lembrar da existência aqui como acolá
De guerras, fome e dor...
Contento-me por enquanto com a cerveja no bar da bela Prainha.
Não julgo, não nego, apenas observo...
Passos, pegadas marcadas na areia, desfeitas pelas suaves ondas.
De repente, a linda mergulhadora revela-se para o mundo.
A princesa que sempre foi
nas areias da praia dos Anjos!
Pura, simples, verdadeira guerreira!
Sobretudo, filha orgulhosa, mãe carinhosa.
Buscando simplesmente, ser feliz.
Creio que como vim para esse pequeno planeta azul:
Pacificando a vida na forma de semear...Na forma de colher!
Capaz de viver por viver e para viver!
Gritando bem alto para o mundo crer!
Expressando, as vezes em silencio, a essência do bem querer!
Trocando a fonte e o destino por mundos e mentes nunca dantes trafegados!
Mas, sobretudo, amar...
A vida
A paz
E o Ser.
Wellington França (Rio, 01/10/2007).
REBUSCANDO O LAR
Preciso é, parar de esquecer de viver!
Lembrar-se de que algumas oportunidades
de felicidade, só acontecem uma vez!
Abrir portas e janelas.
Deixar a luz do sol entrar.
Escrever para multidões
Ainda que através de um “espelho” colorido.
Ainda que por corações feridos
em vista de túmulos floridos.
Com certeza o mundo clama por justiça!
Resgatar o sentimento mais profundo
e transmitir junto com palavras,
fitando nos olhos do bem-querer e dizer:
“Te amo!”.
Com certeza a humanidade clama por paz!
Caminhar numa estrada, madrugada sem fim.
Bolhas queimando e explodindo sob pés cansados.
Carros, motos, caminhões e ônibus zarpando (no coração).
Um deserto de possibilidades de abreviar
o almejado destino...Quem sabe o lar.
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois)
Lembrar-se de que algumas oportunidades
de felicidade, só acontecem uma vez!
Abrir portas e janelas.
Deixar a luz do sol entrar.
Escrever para multidões
Ainda que através de um “espelho” colorido.
Ainda que por corações feridos
em vista de túmulos floridos.
Com certeza o mundo clama por justiça!
Resgatar o sentimento mais profundo
e transmitir junto com palavras,
fitando nos olhos do bem-querer e dizer:
“Te amo!”.
Com certeza a humanidade clama por paz!
Caminhar numa estrada, madrugada sem fim.
Bolhas queimando e explodindo sob pés cansados.
Carros, motos, caminhões e ônibus zarpando (no coração).
Um deserto de possibilidades de abreviar
o almejado destino...Quem sabe o lar.
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois)
QUANTO INVESTIR PARA GARANTIR O RETORNO DA ESPERANÇA?
Uma única noite como poucas sextas feiras.
Início de uma madrugada morna.
Algumas horas antes caia a chuva,
como que homenageando o começo da primavera.
Bares quietos. Cerveja suando sobre a mesa
como que completando parte da vida
de um aprendiz de escritor
Parecia um grande e épico espetáculo
de superação e sobrevivência ao avesso
Máquinas lotadas de ávidos sonhadores.
Sonhadores lotando ávidas máquinas
com seus minguados salários
Espectadores como que encantados/hipnotizados
pelo brilho e piscar das luzes que circulam
no interior dos coloridos painéis
Uma criança completa prematuramente o ciclo da vida.
Torna-se adulto e decreta sua existência
antecipando e vivendo sua própria morte.
E Quanto a vida?
Como questionar a razão de ser
sem cair no velho clichê?
Quanto tempo para descobrir o caminho?
Quanto tempo para encontrar a paz?
Quanto investir para garantir o retorno...
Da esperança num mundo moderno
Sem guerras
Sem miséria
Sem fome
Sigo caminhando diante de minha própria sombra
Como que tendo a luz explodindo por traz dos ombros
O ronco esgarçado de máquinas
Trocando marchas, trotando estradas
montadas por deuses e deusas da noite.
Quanto investir para garantir o retorno da esperança?
Rio de Janeiro, 29/09/2007.
Wellington França
Início de uma madrugada morna.
Algumas horas antes caia a chuva,
como que homenageando o começo da primavera.
Bares quietos. Cerveja suando sobre a mesa
como que completando parte da vida
de um aprendiz de escritor
Parecia um grande e épico espetáculo
de superação e sobrevivência ao avesso
Máquinas lotadas de ávidos sonhadores.
Sonhadores lotando ávidas máquinas
com seus minguados salários
Espectadores como que encantados/hipnotizados
pelo brilho e piscar das luzes que circulam
no interior dos coloridos painéis
Uma criança completa prematuramente o ciclo da vida.
Torna-se adulto e decreta sua existência
antecipando e vivendo sua própria morte.
E Quanto a vida?
Como questionar a razão de ser
sem cair no velho clichê?
Quanto tempo para descobrir o caminho?
Quanto tempo para encontrar a paz?
Quanto investir para garantir o retorno...
Da esperança num mundo moderno
Sem guerras
Sem miséria
Sem fome
Sigo caminhando diante de minha própria sombra
Como que tendo a luz explodindo por traz dos ombros
O ronco esgarçado de máquinas
Trocando marchas, trotando estradas
montadas por deuses e deusas da noite.
Quanto investir para garantir o retorno da esperança?
Rio de Janeiro, 29/09/2007.
Wellington França
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
HOMENAGEANDO NEUSA ILIANI
LEUTURA DE UM MOMENTO DA ILIANE
Uma linda e inteligente dama.
Num magnífico encontro com um elegante maestro,
Tinha que resultar
em uma encantadora e mágica família.
Tendo como centro...
Uma estrela que com sua luz própria
centraliza,
canaliza,
transborda emoções, lágrimas, e revoluções.
E que muitas vezes não permite compartilhar sua própria dor...
Para poder sentir a dor de quem ama.
Rio de Janeiro, 19/09/2007
Wellington França
Uma linda e inteligente dama.
Num magnífico encontro com um elegante maestro,
Tinha que resultar
em uma encantadora e mágica família.
Tendo como centro...
Uma estrela que com sua luz própria
centraliza,
canaliza,
transborda emoções, lágrimas, e revoluções.
E que muitas vezes não permite compartilhar sua própria dor...
Para poder sentir a dor de quem ama.
Rio de Janeiro, 19/09/2007
Wellington França
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
DESCULPE-ME
Pediste-me uma poesia
Pensei em dizer-te com palavras
Repletas de carinho.
Pensei em escrevê-la com lágrimas
Dores, caprichos e carnavais.
Nela quis colocar
Plumas e fantasias,
Decorações, fome,
E armação de concreto.
Também fabricas e plantações,
Lavradores e operários.
Bem como as ansiedades
Que determinam adolescentes.
A vida está cheia de corações sofridos
Sugados pelas máquinas ou seus donos.
Vontade não faltou
Para falar de nós dois.
De dor-de-cotovelo
De paz e tudo mais.
Pediste-me uma poesia...
No entanto
Ofereço-vos uma vida
Repleta de alternativas.
Wellington Guarany
08 de setembro de 1977
Rio de Janeiro
Pensei em dizer-te com palavras
Repletas de carinho.
Pensei em escrevê-la com lágrimas
Dores, caprichos e carnavais.
Nela quis colocar
Plumas e fantasias,
Decorações, fome,
E armação de concreto.
Também fabricas e plantações,
Lavradores e operários.
Bem como as ansiedades
Que determinam adolescentes.
A vida está cheia de corações sofridos
Sugados pelas máquinas ou seus donos.
Vontade não faltou
Para falar de nós dois.
De dor-de-cotovelo
De paz e tudo mais.
Pediste-me uma poesia...
No entanto
Ofereço-vos uma vida
Repleta de alternativas.
Wellington Guarany
08 de setembro de 1977
Rio de Janeiro
terça-feira, 14 de agosto de 2007
BRINDE À ATRIZ YLANNA FERNANDEZ
Uma linda moça de tranças, passando por certo lugar, observa uma simples e pequena casa.
Inesperadamente um pássaro sobrevoa, como que dançando ao som de um bolero, em torno da moça para em seguida flutuar e desaparecer no quintal da casa.
Uma suave brisa de outono bate carinhosamente o portão As portas e janelas abertas para o olhar curioso da pequena moça de tranças.
A jovem, um pouco mais e suavemente aproxima-se. Do interior da casa brota uma melodia que parecia ser executada por harpas, flautas e bandolins. A sala estava totalmente vazia e com pouca luz. A moça de tranças avaliou, pensou, tornou a avaliar e decidiu a sala não ultrapassar. Voltou-se para o quintal.
Tinha o poder para trancar todas as portas. Transformar a pequena casa em um luxuoso palácio. Contudo sentiu que os ocupantes daquele lugar não o quisessem ou viessem a cometer erros que tornasse o (quase) palácio, em um frio e sombrio castelo.
A decisão de voltar-se para o quintal era aderente à sua personalidade, identificada com a liberdade da natureza (seu nome significa árvore). Iniciou com suas próprias e delicadas mãos o plantio de flores e frutas, embora pudesse criar o jardim com gesto mágico, num estalar de dedos.
Olhou para o interior da casa. Desejou luzes e cores. Pensou em novas janelas e cortinas em forma de véu e assim se fez. O jardim/pomar com uma explosão de sementes e flores arrebanhou novos, curiosos e coloridos visitantes.
Contemplativa, a pequena e poderosa deusa de tranças, atendendo um chamado em seu celular desapareceu em direção a outro planeta, na sua eterna missão de ajudar a manter o equilíbrio do Universo. Ao partir, deixou nos ocupantes da humilde casa sentimentos de paz, gratidão e amor.
Há! Ia me esquecendo! Outrora, antes da visita da pequena deusa havia se hospedado um errante e maltrapilho cara chamado Decepção. Mas já havia partido antes da chegada da pequena linda deusa de tranças.
Um dos ocupantes da casa, saudoso, escreveu: “Sou uma pequenininha, quase imperceptível peça do quebra-cabeça do mosaico de sua vida...”.
Inesperadamente um pássaro sobrevoa, como que dançando ao som de um bolero, em torno da moça para em seguida flutuar e desaparecer no quintal da casa.
Uma suave brisa de outono bate carinhosamente o portão As portas e janelas abertas para o olhar curioso da pequena moça de tranças.
A jovem, um pouco mais e suavemente aproxima-se. Do interior da casa brota uma melodia que parecia ser executada por harpas, flautas e bandolins. A sala estava totalmente vazia e com pouca luz. A moça de tranças avaliou, pensou, tornou a avaliar e decidiu a sala não ultrapassar. Voltou-se para o quintal.
Tinha o poder para trancar todas as portas. Transformar a pequena casa em um luxuoso palácio. Contudo sentiu que os ocupantes daquele lugar não o quisessem ou viessem a cometer erros que tornasse o (quase) palácio, em um frio e sombrio castelo.
A decisão de voltar-se para o quintal era aderente à sua personalidade, identificada com a liberdade da natureza (seu nome significa árvore). Iniciou com suas próprias e delicadas mãos o plantio de flores e frutas, embora pudesse criar o jardim com gesto mágico, num estalar de dedos.
Olhou para o interior da casa. Desejou luzes e cores. Pensou em novas janelas e cortinas em forma de véu e assim se fez. O jardim/pomar com uma explosão de sementes e flores arrebanhou novos, curiosos e coloridos visitantes.
Contemplativa, a pequena e poderosa deusa de tranças, atendendo um chamado em seu celular desapareceu em direção a outro planeta, na sua eterna missão de ajudar a manter o equilíbrio do Universo. Ao partir, deixou nos ocupantes da humilde casa sentimentos de paz, gratidão e amor.
Há! Ia me esquecendo! Outrora, antes da visita da pequena deusa havia se hospedado um errante e maltrapilho cara chamado Decepção. Mas já havia partido antes da chegada da pequena linda deusa de tranças.
Um dos ocupantes da casa, saudoso, escreveu: “Sou uma pequenininha, quase imperceptível peça do quebra-cabeça do mosaico de sua vida...”.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
ANA CLAUDIA
Atuante constante na luta pela realização de seus sonhos
Naturalmente simples no jeito de falar, mas requintada.
(no jeito de viver sua mais recente conquista: um novo e pequenino ser )
Amiga de fato, de quem lhe respeite e lhe queira bem.
Consciente de seu poder de decidir sobre seus e novos horizontes.
( Corajosa para manter tais decisões e garantir resultados )
Livre, embora se mantendo por opção, no seio da família.
Alquimista por ser capaz de transformar sentimentos de pedra em ouro
Ultrapassando sua existência como que tropeçando oceanos guiando-se pelas estrelas
Distante de mesquinhos pensamentos
Incrível capacidade de manter serenidade em momentos difíceis
Acertando com erros e obstáculos que a vida lhe traz
(Ajeitando seu santuário tal como pássaros, seus ninhos mais altos).
Wellington França
Naturalmente simples no jeito de falar, mas requintada.
(no jeito de viver sua mais recente conquista: um novo e pequenino ser )
Amiga de fato, de quem lhe respeite e lhe queira bem.
Consciente de seu poder de decidir sobre seus e novos horizontes.
( Corajosa para manter tais decisões e garantir resultados )
Livre, embora se mantendo por opção, no seio da família.
Alquimista por ser capaz de transformar sentimentos de pedra em ouro
Ultrapassando sua existência como que tropeçando oceanos guiando-se pelas estrelas
Distante de mesquinhos pensamentos
Incrível capacidade de manter serenidade em momentos difíceis
Acertando com erros e obstáculos que a vida lhe traz
(Ajeitando seu santuário tal como pássaros, seus ninhos mais altos).
Wellington França
RETALHOS DE CARTA À EURIDES
Calma! Respire fundo! Dê um beijo na Fernanda por mim.
Abrace o Daniel e diga alguma coisa
qualquer coisa que o pequenino goste e ache graça
Faça um acordo de coexistência pacífica com teu coração
Ele transformará tua saudade em música
E tu transformarás tua música, em explosões de alegria!
Sei que de vez em quando tento te esquecer
Mas é impossível! Você faz parte de minha poesia
De fundo de quintal
Silencie teu canto de tristeza.
Deixe teu corpo flutuar junto ao meu
Por sonhos nunca dantes conhecidos
Deixe que a magia de tua arte
(teu canto, tua poesia, tua interpretação) encante.
Contagie multidões para que estas venham a te eternizar
Com aplausos, afeto e muitos louros!
Wellington França
08/05/1991
Abrace o Daniel e diga alguma coisa
qualquer coisa que o pequenino goste e ache graça
Faça um acordo de coexistência pacífica com teu coração
Ele transformará tua saudade em música
E tu transformarás tua música, em explosões de alegria!
Sei que de vez em quando tento te esquecer
Mas é impossível! Você faz parte de minha poesia
De fundo de quintal
Silencie teu canto de tristeza.
Deixe teu corpo flutuar junto ao meu
Por sonhos nunca dantes conhecidos
Deixe que a magia de tua arte
(teu canto, tua poesia, tua interpretação) encante.
Contagie multidões para que estas venham a te eternizar
Com aplausos, afeto e muitos louros!
Wellington França
08/05/1991
domingo, 29 de julho de 2007
UM BRINDE À ATRIZ E ESCRITORA CLAUDIA CARIOLY
Estou em algum lugar entre CONTEMPLATIVO e CATATÔNICO. Calma! É apenas uma figura de linguagem de um artista que tenta eternizar na tela certa emoção descoberta.
Trata-se de uma olhar descontraído e embevecido, mas não desatento que experimento ao observar a alegria de uma jovem escritora quando da realização de um de seus sonhos.
Mas não é só um olhar...
Trata-se de um sentimento de familiaridade imaginando-te no palco!
É como ter a certeza de já ter estado em algum distante lugar do oriente,
Talvez um jardim, um templo ou castelo...
Sem nunca ter estado lá!
Se sentir confortável apreciando uma música inédita
como se dela parte já fizesse, sem nunca ter tocado.
Mas não é só familiaridade...
Como se tivesse uma respeitosa e imperativa curiosidade
de conhecer, compreender, interpretar...
Mas não só curiosidade...
Desejo de trocar, tocar, dividir, juntar, compartilhar, complementar, completar... Emoções combinadas ou não combinadas, mas sem sufocar, não tolher o momento criativo, não romper o espaço privativo...
Mas não só desejo...
Como se a vida fosse a produção de um mega filme épico. Cujo roteiro ou determinada cena fosse objeto de constante revisão, reflexão, repetição por horas, dias ou meses. Apenas para capturar um único momento que talvez em alguns segundos represente a pedra de toque, o toque de diamante do filme. A sublimação da artista e escritora na sua obra prima.
MAS AFINAL QUE SENTIMENTO É ESTE QUE A TODOS ENVOLVE E COMOVE?
Não é só olhar, familiaridade curiosidade e desejo.
E mais que um filme ou momentos de sublimação da vida
Reconhecendo ainda não ser capaz de conceituar tal sentimento, vou por enquanto me contentando em saber que este tem um brilho proveniente da escritora que talvez por descuido deixe escapar fragmentos de tristeza no olhar, faz, no entanto, prevalecer em seu sorriso o desejo de transmitir alegria e paz!
Wellington França
Trata-se de uma olhar descontraído e embevecido, mas não desatento que experimento ao observar a alegria de uma jovem escritora quando da realização de um de seus sonhos.
Mas não é só um olhar...
Trata-se de um sentimento de familiaridade imaginando-te no palco!
É como ter a certeza de já ter estado em algum distante lugar do oriente,
Talvez um jardim, um templo ou castelo...
Sem nunca ter estado lá!
Se sentir confortável apreciando uma música inédita
como se dela parte já fizesse, sem nunca ter tocado.
Mas não é só familiaridade...
Como se tivesse uma respeitosa e imperativa curiosidade
de conhecer, compreender, interpretar...
Mas não só curiosidade...
Desejo de trocar, tocar, dividir, juntar, compartilhar, complementar, completar... Emoções combinadas ou não combinadas, mas sem sufocar, não tolher o momento criativo, não romper o espaço privativo...
Mas não só desejo...
Como se a vida fosse a produção de um mega filme épico. Cujo roteiro ou determinada cena fosse objeto de constante revisão, reflexão, repetição por horas, dias ou meses. Apenas para capturar um único momento que talvez em alguns segundos represente a pedra de toque, o toque de diamante do filme. A sublimação da artista e escritora na sua obra prima.
MAS AFINAL QUE SENTIMENTO É ESTE QUE A TODOS ENVOLVE E COMOVE?
Não é só olhar, familiaridade curiosidade e desejo.
E mais que um filme ou momentos de sublimação da vida
Reconhecendo ainda não ser capaz de conceituar tal sentimento, vou por enquanto me contentando em saber que este tem um brilho proveniente da escritora que talvez por descuido deixe escapar fragmentos de tristeza no olhar, faz, no entanto, prevalecer em seu sorriso o desejo de transmitir alegria e paz!
Wellington França
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