Preciso é, parar de esquecer de viver!
Lembrar-se de que algumas oportunidades
de felicidade, só acontecem uma vez!
Abrir portas e janelas.
Deixar a luz do sol entrar.
Escrever para multidões
Ainda que através de um “espelho” colorido.
Ainda que por corações feridos
em vista de túmulos floridos.
Com certeza o mundo clama por justiça!
Resgatar o sentimento mais profundo
e transmitir junto com palavras,
fitando nos olhos do bem-querer e dizer:
“Te amo!”.
Com certeza a humanidade clama por paz!
Caminhar numa estrada, madrugada sem fim.
Bolhas queimando e explodindo sob pés cansados.
Carros, motos, caminhões e ônibus zarpando (no coração).
Um deserto de possibilidades de abreviar
o almejado destino...Quem sabe o lar.
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois)
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