Uma linda moça de tranças, passando por certo lugar, observa uma simples e pequena casa.
Inesperadamente um pássaro sobrevoa, como que dançando ao som de um bolero, em torno da moça para em seguida flutuar e desaparecer no quintal da casa.
Uma suave brisa de outono bate carinhosamente o portão As portas e janelas abertas para o olhar curioso da pequena moça de tranças.
A jovem, um pouco mais e suavemente aproxima-se. Do interior da casa brota uma melodia que parecia ser executada por harpas, flautas e bandolins. A sala estava totalmente vazia e com pouca luz. A moça de tranças avaliou, pensou, tornou a avaliar e decidiu a sala não ultrapassar. Voltou-se para o quintal.
Tinha o poder para trancar todas as portas. Transformar a pequena casa em um luxuoso palácio. Contudo sentiu que os ocupantes daquele lugar não o quisessem ou viessem a cometer erros que tornasse o (quase) palácio, em um frio e sombrio castelo.
A decisão de voltar-se para o quintal era aderente à sua personalidade, identificada com a liberdade da natureza (seu nome significa árvore). Iniciou com suas próprias e delicadas mãos o plantio de flores e frutas, embora pudesse criar o jardim com gesto mágico, num estalar de dedos.
Olhou para o interior da casa. Desejou luzes e cores. Pensou em novas janelas e cortinas em forma de véu e assim se fez. O jardim/pomar com uma explosão de sementes e flores arrebanhou novos, curiosos e coloridos visitantes.
Contemplativa, a pequena e poderosa deusa de tranças, atendendo um chamado em seu celular desapareceu em direção a outro planeta, na sua eterna missão de ajudar a manter o equilíbrio do Universo. Ao partir, deixou nos ocupantes da humilde casa sentimentos de paz, gratidão e amor.
Há! Ia me esquecendo! Outrora, antes da visita da pequena deusa havia se hospedado um errante e maltrapilho cara chamado Decepção. Mas já havia partido antes da chegada da pequena linda deusa de tranças.
Um dos ocupantes da casa, saudoso, escreveu: “Sou uma pequenininha, quase imperceptível peça do quebra-cabeça do mosaico de sua vida...”.
Depoimentos, contos e poemas engajados em causas sociais que navegam nas superfícies da mente humana propondo re-evoluções nos mundos. Wellington França
terça-feira, 14 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
ANA CLAUDIA
Atuante constante na luta pela realização de seus sonhos
Naturalmente simples no jeito de falar, mas requintada.
(no jeito de viver sua mais recente conquista: um novo e pequenino ser )
Amiga de fato, de quem lhe respeite e lhe queira bem.
Consciente de seu poder de decidir sobre seus e novos horizontes.
( Corajosa para manter tais decisões e garantir resultados )
Livre, embora se mantendo por opção, no seio da família.
Alquimista por ser capaz de transformar sentimentos de pedra em ouro
Ultrapassando sua existência como que tropeçando oceanos guiando-se pelas estrelas
Distante de mesquinhos pensamentos
Incrível capacidade de manter serenidade em momentos difíceis
Acertando com erros e obstáculos que a vida lhe traz
(Ajeitando seu santuário tal como pássaros, seus ninhos mais altos).
Wellington França
Naturalmente simples no jeito de falar, mas requintada.
(no jeito de viver sua mais recente conquista: um novo e pequenino ser )
Amiga de fato, de quem lhe respeite e lhe queira bem.
Consciente de seu poder de decidir sobre seus e novos horizontes.
( Corajosa para manter tais decisões e garantir resultados )
Livre, embora se mantendo por opção, no seio da família.
Alquimista por ser capaz de transformar sentimentos de pedra em ouro
Ultrapassando sua existência como que tropeçando oceanos guiando-se pelas estrelas
Distante de mesquinhos pensamentos
Incrível capacidade de manter serenidade em momentos difíceis
Acertando com erros e obstáculos que a vida lhe traz
(Ajeitando seu santuário tal como pássaros, seus ninhos mais altos).
Wellington França
RETALHOS DE CARTA À EURIDES
Calma! Respire fundo! Dê um beijo na Fernanda por mim.
Abrace o Daniel e diga alguma coisa
qualquer coisa que o pequenino goste e ache graça
Faça um acordo de coexistência pacífica com teu coração
Ele transformará tua saudade em música
E tu transformarás tua música, em explosões de alegria!
Sei que de vez em quando tento te esquecer
Mas é impossível! Você faz parte de minha poesia
De fundo de quintal
Silencie teu canto de tristeza.
Deixe teu corpo flutuar junto ao meu
Por sonhos nunca dantes conhecidos
Deixe que a magia de tua arte
(teu canto, tua poesia, tua interpretação) encante.
Contagie multidões para que estas venham a te eternizar
Com aplausos, afeto e muitos louros!
Wellington França
08/05/1991
Abrace o Daniel e diga alguma coisa
qualquer coisa que o pequenino goste e ache graça
Faça um acordo de coexistência pacífica com teu coração
Ele transformará tua saudade em música
E tu transformarás tua música, em explosões de alegria!
Sei que de vez em quando tento te esquecer
Mas é impossível! Você faz parte de minha poesia
De fundo de quintal
Silencie teu canto de tristeza.
Deixe teu corpo flutuar junto ao meu
Por sonhos nunca dantes conhecidos
Deixe que a magia de tua arte
(teu canto, tua poesia, tua interpretação) encante.
Contagie multidões para que estas venham a te eternizar
Com aplausos, afeto e muitos louros!
Wellington França
08/05/1991
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