Menina capaz de mudar o mundo
Seu semblante por vezes compenetrado
Muitas vezes se ilumina
Com seu sorriso franco, aberto, sonoro.
Quase tão ofegante
Que precisa tomar fôlego para continuar sorrindo
E continuar contagiando de ternura
Seu espaço compartilhado
Pelo trabalho
Pela família
Pelos amigos e amigas
Pela vida!
Recortando dos outros, histórias que lhe comove.
Segue me irritando, com “seu Wellington” prá lá,
“...mas seu Wellington” prá cá!
Será que nunca aprende que não sou dono de padaria?
Mas não importa.
Vou lendo seu jeito magrelo
De se fazer presente
Um charme à parte
Por seu marcado caminhar
Tão nova já de tornozelo partido!
Mas de coração inteiro
Segue construindo o mundo
Que vai mudar!
Rio, 04/10/2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois).
Depoimentos, contos e poemas engajados em causas sociais que navegam nas superfícies da mente humana propondo re-evoluções nos mundos. Wellington França
domingo, 30 de setembro de 2007
MUDA ANDANÇAS
Outrora minhas poesias choravam.
Nos fundos de quintais de minha vida.
Contemplando o mato que crescia...
Atualmente. Sobe aos palcos globais iluminados,
entoando e ecoando canções de todas as vidas!
E o mato! Gentilmente cede lugar...
À pássaros, frutas e flores. Agora. É só alegria!
Rio de Janeiro, 02/10/2007.
Wellington França (30 anos após assinar: Wellington Guarany).
Nos fundos de quintais de minha vida.
Contemplando o mato que crescia...
Atualmente. Sobe aos palcos globais iluminados,
entoando e ecoando canções de todas as vidas!
E o mato! Gentilmente cede lugar...
À pássaros, frutas e flores. Agora. É só alegria!
Rio de Janeiro, 02/10/2007.
Wellington França (30 anos após assinar: Wellington Guarany).
RESMUNGANDO COM SEUS BOTÕES
Não planejei escrever as amarguras
de um coração solitário.
Sempre vislumbrei ressaltar...
A beleza...
A pureza da mulher
A suavidade de suas curvas e palavras
A sua não tão suave capacidade
de gerar novas vidas.
Sempre pratiquei defender a vida!
Homens e mulheres deveriam lutar por igualdade...
De direitos
De oportunidades
De respeito.
O ser individual clama por carinho, atenção, revolução.
Para começar em si mesmo, precisa de mente e corpo saudáveis.
Para começar na família, teto e comida seguros.
Para começar nas ruas, Estado justo.
Para começar no mundo...Perdão, humildade, solidariedade e paz!
Sinto falta de diálogo inteligente, descontraído, conseqüente.
SINTO FALTA DE OFERTAR CARINHO!
Sinto falta de calma...
...do respirar fundo, depois do insulto
...de diplomacia antes do ataque
...de troca, antes da subtração
...da solidariedade sem egocentrismo
SINTO FALTA DA FALTA DE VISÃO
...de perspectiva.
...de quem tenha sonhos para realizar
...de quem tenha entusiasmo para viver, para amar.
Sentimentos não têm CPF, identidade.
Sentimentos não têm NÚMERO de cartão de crédito!
Estão além da própria existência.
E assim vieram os pardais
Destruindo em bandos os ninhos rivais!
A natureza sucumbindo à sua própria existência!
E assim, a palavra PAZ
torna-se incoerência
à luz da vida!
de um coração solitário.
Sempre vislumbrei ressaltar...
A beleza...
A pureza da mulher
A suavidade de suas curvas e palavras
A sua não tão suave capacidade
de gerar novas vidas.
Sempre pratiquei defender a vida!
Homens e mulheres deveriam lutar por igualdade...
De direitos
De oportunidades
De respeito.
O ser individual clama por carinho, atenção, revolução.
Para começar em si mesmo, precisa de mente e corpo saudáveis.
Para começar na família, teto e comida seguros.
Para começar nas ruas, Estado justo.
Para começar no mundo...Perdão, humildade, solidariedade e paz!
Sinto falta de diálogo inteligente, descontraído, conseqüente.
SINTO FALTA DE OFERTAR CARINHO!
Sinto falta de calma...
...do respirar fundo, depois do insulto
...de diplomacia antes do ataque
...de troca, antes da subtração
...da solidariedade sem egocentrismo
SINTO FALTA DA FALTA DE VISÃO
...de perspectiva.
...de quem tenha sonhos para realizar
...de quem tenha entusiasmo para viver, para amar.
Sentimentos não têm CPF, identidade.
Sentimentos não têm NÚMERO de cartão de crédito!
Estão além da própria existência.
E assim vieram os pardais
Destruindo em bandos os ninhos rivais!
A natureza sucumbindo à sua própria existência!
E assim, a palavra PAZ
torna-se incoerência
à luz da vida!
PENSANDO JULIANA EM ARRAIAL DO CABO
A mergulhadora comenta seu encantamento
Com o grande Nero.
Desliza, flutua soltando borbulhas no mar.
Interagindo com algas e tartarugas.
Pequenos e brilhantes
Imensos e estranhos habitantes
Imersa na mais pura e completa paz submersa.
Num mundo complexo e completo de cores exóticas
Mar! Como admiro essa imensidão clamada por oceano
Admiro a distância por mera precaução!
Observo na linha do aparente infinito horizonte
Não vendo, mas sabendo da existência de um continente irmão.
Que vontade de estar do outro lado, abraçar, amar e viver novas culturas!
Meus olhos lacrimejam por lembrar da existência aqui como acolá
De guerras, fome e dor...
Contento-me por enquanto com a cerveja no bar da bela Prainha.
Não julgo, não nego, apenas observo...
Passos, pegadas marcadas na areia, desfeitas pelas suaves ondas.
De repente, a linda mergulhadora revela-se para o mundo.
A princesa que sempre foi
nas areias da praia dos Anjos!
Pura, simples, verdadeira guerreira!
Sobretudo, filha orgulhosa, mãe carinhosa.
Buscando simplesmente, ser feliz.
Creio que como vim para esse pequeno planeta azul:
Pacificando a vida na forma de semear...Na forma de colher!
Capaz de viver por viver e para viver!
Gritando bem alto para o mundo crer!
Expressando, as vezes em silencio, a essência do bem querer!
Trocando a fonte e o destino por mundos e mentes nunca dantes trafegados!
Mas, sobretudo, amar...
A vida
A paz
E o Ser.
Wellington França (Rio, 01/10/2007).
Com o grande Nero.
Desliza, flutua soltando borbulhas no mar.
Interagindo com algas e tartarugas.
Pequenos e brilhantes
Imensos e estranhos habitantes
Imersa na mais pura e completa paz submersa.
Num mundo complexo e completo de cores exóticas
Mar! Como admiro essa imensidão clamada por oceano
Admiro a distância por mera precaução!
Observo na linha do aparente infinito horizonte
Não vendo, mas sabendo da existência de um continente irmão.
Que vontade de estar do outro lado, abraçar, amar e viver novas culturas!
Meus olhos lacrimejam por lembrar da existência aqui como acolá
De guerras, fome e dor...
Contento-me por enquanto com a cerveja no bar da bela Prainha.
Não julgo, não nego, apenas observo...
Passos, pegadas marcadas na areia, desfeitas pelas suaves ondas.
De repente, a linda mergulhadora revela-se para o mundo.
A princesa que sempre foi
nas areias da praia dos Anjos!
Pura, simples, verdadeira guerreira!
Sobretudo, filha orgulhosa, mãe carinhosa.
Buscando simplesmente, ser feliz.
Creio que como vim para esse pequeno planeta azul:
Pacificando a vida na forma de semear...Na forma de colher!
Capaz de viver por viver e para viver!
Gritando bem alto para o mundo crer!
Expressando, as vezes em silencio, a essência do bem querer!
Trocando a fonte e o destino por mundos e mentes nunca dantes trafegados!
Mas, sobretudo, amar...
A vida
A paz
E o Ser.
Wellington França (Rio, 01/10/2007).
REBUSCANDO O LAR
Preciso é, parar de esquecer de viver!
Lembrar-se de que algumas oportunidades
de felicidade, só acontecem uma vez!
Abrir portas e janelas.
Deixar a luz do sol entrar.
Escrever para multidões
Ainda que através de um “espelho” colorido.
Ainda que por corações feridos
em vista de túmulos floridos.
Com certeza o mundo clama por justiça!
Resgatar o sentimento mais profundo
e transmitir junto com palavras,
fitando nos olhos do bem-querer e dizer:
“Te amo!”.
Com certeza a humanidade clama por paz!
Caminhar numa estrada, madrugada sem fim.
Bolhas queimando e explodindo sob pés cansados.
Carros, motos, caminhões e ônibus zarpando (no coração).
Um deserto de possibilidades de abreviar
o almejado destino...Quem sabe o lar.
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois)
Lembrar-se de que algumas oportunidades
de felicidade, só acontecem uma vez!
Abrir portas e janelas.
Deixar a luz do sol entrar.
Escrever para multidões
Ainda que através de um “espelho” colorido.
Ainda que por corações feridos
em vista de túmulos floridos.
Com certeza o mundo clama por justiça!
Resgatar o sentimento mais profundo
e transmitir junto com palavras,
fitando nos olhos do bem-querer e dizer:
“Te amo!”.
Com certeza a humanidade clama por paz!
Caminhar numa estrada, madrugada sem fim.
Bolhas queimando e explodindo sob pés cansados.
Carros, motos, caminhões e ônibus zarpando (no coração).
Um deserto de possibilidades de abreviar
o almejado destino...Quem sabe o lar.
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2007
Wellington França (ou Wellington Guarany, 30 anos depois)
QUANTO INVESTIR PARA GARANTIR O RETORNO DA ESPERANÇA?
Uma única noite como poucas sextas feiras.
Início de uma madrugada morna.
Algumas horas antes caia a chuva,
como que homenageando o começo da primavera.
Bares quietos. Cerveja suando sobre a mesa
como que completando parte da vida
de um aprendiz de escritor
Parecia um grande e épico espetáculo
de superação e sobrevivência ao avesso
Máquinas lotadas de ávidos sonhadores.
Sonhadores lotando ávidas máquinas
com seus minguados salários
Espectadores como que encantados/hipnotizados
pelo brilho e piscar das luzes que circulam
no interior dos coloridos painéis
Uma criança completa prematuramente o ciclo da vida.
Torna-se adulto e decreta sua existência
antecipando e vivendo sua própria morte.
E Quanto a vida?
Como questionar a razão de ser
sem cair no velho clichê?
Quanto tempo para descobrir o caminho?
Quanto tempo para encontrar a paz?
Quanto investir para garantir o retorno...
Da esperança num mundo moderno
Sem guerras
Sem miséria
Sem fome
Sigo caminhando diante de minha própria sombra
Como que tendo a luz explodindo por traz dos ombros
O ronco esgarçado de máquinas
Trocando marchas, trotando estradas
montadas por deuses e deusas da noite.
Quanto investir para garantir o retorno da esperança?
Rio de Janeiro, 29/09/2007.
Wellington França
Início de uma madrugada morna.
Algumas horas antes caia a chuva,
como que homenageando o começo da primavera.
Bares quietos. Cerveja suando sobre a mesa
como que completando parte da vida
de um aprendiz de escritor
Parecia um grande e épico espetáculo
de superação e sobrevivência ao avesso
Máquinas lotadas de ávidos sonhadores.
Sonhadores lotando ávidas máquinas
com seus minguados salários
Espectadores como que encantados/hipnotizados
pelo brilho e piscar das luzes que circulam
no interior dos coloridos painéis
Uma criança completa prematuramente o ciclo da vida.
Torna-se adulto e decreta sua existência
antecipando e vivendo sua própria morte.
E Quanto a vida?
Como questionar a razão de ser
sem cair no velho clichê?
Quanto tempo para descobrir o caminho?
Quanto tempo para encontrar a paz?
Quanto investir para garantir o retorno...
Da esperança num mundo moderno
Sem guerras
Sem miséria
Sem fome
Sigo caminhando diante de minha própria sombra
Como que tendo a luz explodindo por traz dos ombros
O ronco esgarçado de máquinas
Trocando marchas, trotando estradas
montadas por deuses e deusas da noite.
Quanto investir para garantir o retorno da esperança?
Rio de Janeiro, 29/09/2007.
Wellington França
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
HOMENAGEANDO NEUSA ILIANI
LEUTURA DE UM MOMENTO DA ILIANE
Uma linda e inteligente dama.
Num magnífico encontro com um elegante maestro,
Tinha que resultar
em uma encantadora e mágica família.
Tendo como centro...
Uma estrela que com sua luz própria
centraliza,
canaliza,
transborda emoções, lágrimas, e revoluções.
E que muitas vezes não permite compartilhar sua própria dor...
Para poder sentir a dor de quem ama.
Rio de Janeiro, 19/09/2007
Wellington França
Uma linda e inteligente dama.
Num magnífico encontro com um elegante maestro,
Tinha que resultar
em uma encantadora e mágica família.
Tendo como centro...
Uma estrela que com sua luz própria
centraliza,
canaliza,
transborda emoções, lágrimas, e revoluções.
E que muitas vezes não permite compartilhar sua própria dor...
Para poder sentir a dor de quem ama.
Rio de Janeiro, 19/09/2007
Wellington França
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
DESCULPE-ME
Pediste-me uma poesia
Pensei em dizer-te com palavras
Repletas de carinho.
Pensei em escrevê-la com lágrimas
Dores, caprichos e carnavais.
Nela quis colocar
Plumas e fantasias,
Decorações, fome,
E armação de concreto.
Também fabricas e plantações,
Lavradores e operários.
Bem como as ansiedades
Que determinam adolescentes.
A vida está cheia de corações sofridos
Sugados pelas máquinas ou seus donos.
Vontade não faltou
Para falar de nós dois.
De dor-de-cotovelo
De paz e tudo mais.
Pediste-me uma poesia...
No entanto
Ofereço-vos uma vida
Repleta de alternativas.
Wellington Guarany
08 de setembro de 1977
Rio de Janeiro
Pensei em dizer-te com palavras
Repletas de carinho.
Pensei em escrevê-la com lágrimas
Dores, caprichos e carnavais.
Nela quis colocar
Plumas e fantasias,
Decorações, fome,
E armação de concreto.
Também fabricas e plantações,
Lavradores e operários.
Bem como as ansiedades
Que determinam adolescentes.
A vida está cheia de corações sofridos
Sugados pelas máquinas ou seus donos.
Vontade não faltou
Para falar de nós dois.
De dor-de-cotovelo
De paz e tudo mais.
Pediste-me uma poesia...
No entanto
Ofereço-vos uma vida
Repleta de alternativas.
Wellington Guarany
08 de setembro de 1977
Rio de Janeiro
Assinar:
Postagens (Atom)