terça-feira, 25 de agosto de 2015

Fernanda








Aquela loirinha, super atenta
por tudo que via e ouvia
Por quem um dia ousei
pensar ser mais um pai,
Cresceu
E pelo que noto
Nunca me esqueceu.


Lindos cabelos louros e leves
Olhos de forte expressão
Quase adultos.

Mocinha Pequenina, espírito gigante.
Queria que fossem mais lembranças
Aqui dentro do meu baú de mudanças.

Mudanças do vento
Das estações do ano
De nossa dança debutante
nos seus quinze anos.

Do saber quieto e cúmplice
De seu primeiro beijo.
Testemunhar travesseirinho molhado
Por lagrimas de paixões
de gente crescida
e amor sussurrado.

De distâncias de terra
Ligados mais por sentimentos
Que por estradas.

De sonhos...alguns pequeninos
Muitos guardados
Tantos realizados.
Junta tudo,  esperança.
Que de um longo e morno abraço
Vira vida renovada.


sábado, 7 de março de 2015

ODE AO NIVER DA DEUSDETE

Um maranhão
 de coisas vivas e mortas
 emaranhadas 
entre roupas lavadas 
à beira do riacho?
Acho, e só rio,
 assistindo gente feliz 
entre raízes,
que as vezes
o tempo para.


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

GIGI DOLZANES



Moça de ideias e caminhos nômades
Fixa sua história na arte do corpo que dança
E da mente diamante que reflete riscos nos murais da vida

Sua escuta segue batida do coração, salta além das muralhas do mundo e do tempo.