sexta-feira, 23 de novembro de 2007

FOTOS DE ALEGRIA

LADI & HELENA.
SÃO DUAS LINDAS MENINAS NUMA MESMA FOTO.

QUE SEGURAM, AMBAS COM A MÃO DIREITA, UMA CHICARA.

AS DUAS, MÃE E FILHA DEMONSTRAM...

UMA SUTIL HABILIDADE DE ENCONTRAR

SEMPRE UM JEITO DE COMBINAR


AINDA QUE AS CHICARAS SEJAM DE BRINQUEDO...


A ALEGRIA DE SEGURÁ-LAS SERÁ SEMPRE VERDADEIRA!

E O BOM DAS CHICÁRAS DE BRINQUEDO

É QUE DIFICILMENTE QUEBRAM

MAS MESMO BEM PEQUENINHAS E DIZEREM SEMPRE
QUE O QUE CONTÊM É DE MENTIRINHA...

SÃO CAPAZES DE TRANSPORTAR MUITAS E VERDADEIRAS ALEGRIAS, FANTASIAS E SONHOS PARA TODA A VIDA!

CHICARAS DE ALEGRIA!

Rio de Janeiro, madrugada de 19 de novembro de 2007.

Wellington de Moraes França

terça-feira, 20 de novembro de 2007

PALAVRAS DITAS O TEMPO LEVA

(Duas páginas de um só poema) Parte I


Não me importo de ficar sozinho
Cá no meu cantinho
Resmungando com meus botões

Mas sinto falta de outros lábios para tocar e beijar

Não me importo de fazer comida!
Mas é chato por a mesa...
Sem ter com quem compartilhar

Não me importo de me deitar
Naquela imensa cama e adormecer
(É até bom que posso me espalhar!)

Mas sinto falta ao acordar
De pequenos seios para tocar
De um corpo quente para acariciar

Não me importo de não mais ver TV...
Escuto minha filha vizinha do lado
Com meus pequenos netos ralhar
E me amo por não ter com quem brigar
Sinto falta de não ter alguém para amar.

Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.

wellington moraes frança

PALAVRA ESCRITA O TEMPO DOBRA

(Duas páginas de um só poema) Parte II

TUDO BEM!

Sigo em frente, cabeça erguida, passos firmes!
Respiro fundo. Afasto tristes e acolho alegres lembranças.
Tão longe. Tão perto.
As lágrimas chegam devagarzinho...Mas logo se vão!
Como que arrastando para fora a tristeza do que nem sei o que!

Repasso os planos dos anos que vem chegando
Enquanto não se revela o novo amor
Vou escrevendo como será:

Viajar mundo a fora todos os anos!
Reunir amigos todos os meses.
Passeio na praia de mãos dadas contemplando o mar
Jogar xadrez num bar sem pressa de perder ou ganhar
Dançar tango e bolero na Argentina e em Paris
E no Rio de Janeiro, um cadenciado sambinha
Estilo Martinho da Vila
Por que também sou Brasileiro

Trilhas, rapel, canoagem, saltos de asa delta
Galopar...Éguas baias nos pampas
(sem esquecer de com elas antes conversar) ou
Ébanos manga larga marchador em Jacarepaguá!
Mergulhar nas águas de Arraial do Cabo e Búzios!
Corridas de kart, cinema, teatro sempre que puder.

E fazer deste poema-viver quem sabe
O roteiro de um filme de cinema-verdade


Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.

wellington moraes frança

DOS VERSOS O NASCER DO NOVO AMOR

( Das duas páginas de um só poema segue o verso) Parte III

Bolo de milho com café na varanda das tardes de domingo

Vestir trocadas usadas e grandes camisetas
Num sofá ou no chão com almofadas
Bem pertinho um do outro
Olhar e escutar o crepitar do fogo da lareira,
Ora recordando brincadeiras de criança
Ora lendo em voz não muita alta
Mágicos e coloridos contos de fada

Colocar na caminha nosso pequeno tesouro adormecido
Voltar rapidinho para a lareira...
Degustar juntos, suave e doce vinho tinto

Construir um jardim bem florido!

Olhar nos olhos todos os dias e dizer de todas as formas
De um modo semelhante e emocionante
Completo, único para a única amante:
“Nossa! Caramba! Como te amo!”

Fazer cafuné até dormir...
Ajeitar o andredon sobre seus ombros todas as manhãs
Com cuidado para não despertar
Mas se despertar necessário for...
Permitirei que se toque uma linda e suave música

Baixinho.Quase sussurrando.

E ...Com muito carinho, vai espreguiçando
E me olhando perguntar por que estou chorando.
Serão lágrimas de felicidade e admiração
Pelo privilégio de ver tão de perto
As curvas simples de seu pequeno corpo semi nu!
E para repor as energias de tanto fazer amor,
Servir todas os dias, seu predileto desjejum!

Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2007.

wellington moraes França

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

CHUVAS DE PRIMAVERA

As águas, por aqui, desabam intensamente.
Como se o céu quisesse lavar a alma da humanidade
E ao mesmo tempo, fertilizando e curando
a Terra ferida.

Um pontinho de melancolia
Surge no horizonte de meus pensamentos
E tenta mergulhar e se instalar fundo em meu peito.

Não permito.

Afinal, tenho livros para escrever.
Um pequeno planeta para cuidar.
E muita gente para amar!

wellington moraes frança

Manhã de quarta, 24 de outubro de 2007.