sexta-feira, 20 de abril de 2012

MANO

 

A esquerda uma selva de pedra, aço e esgoto.

A direita um mundo mistério clamado mar fingindo-se morto.

A fronteira: um filete de areia coberto de gente de todas as cores.

Do alto da montanha que se move, imóvel e contemplativo...

O Mano de todos os manos, recolhido em seu próprio firmamento.

Pensamentos compartilhados com o Mundo.

Wellington Guaranny

 

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