Damas
e cavalheiros tavernistas!
Visitantes
de outros territórios aqui presentes!Linda gente são-gonçalense!
Peço humildemente licença
Para apresentar
Este louco beleza que vos fala.
Sou
poeta
Passado,
presente e futuro.
E
do lugar e da época de onde venho,
não
cabe...
Hiato,
barreira, fronteira, trincheira,
entre
ator e teatro.Entre atriz e plateia.
Entre poema, politica e trabalho.
Sou
parte difusa
de
uma comunidade cósmica.
Somos
artistas dos pés descalços
marcados...No chão da terra do campo.
No barro do morro.
No asfalto urbano.
Escalamos
o mais alto cume
de
todas as montanhas que se movempara desfraldar bandeiras de todas as cores,
pela guerra ou pela paz,
cobrando justiça e decência.
Saltamos
em direção
a
todos os povos das planícies;tecendo o sagrando manto da solidariedade.
Flutuamos,
viajamos;
ao
som do vento.
Nos
armamos;
na
expressão da palavra.
Organizamos;
o
movimento arte do corpo humanoE lutamos!
Não
para causar
Tormento
ou dorMas em prol da vida
E em razão do amor.

Nenhum comentário:
Postar um comentário